João Ribeiro - 23/02/2024 Há coisas que só acontecem com o Botafogo. Desde o seu maior ídolo, um boêmio das pernas atrofiadas, passando por disputar um torneio internacional com o uniforme de um time espanhol, até a superstição do cachorro Biriba e o maior vexame de todos os tempos. O Botafoguense, que se diz escolhido, parece carregar um carma numa relação de via única, onde se entrega com toda paixão - sentimento esse que de fato não se explica - e recebe pouquíssimas coisas em troca. E mesmo assim, fiel, não abandona, sendo conduzido por um faixo de luz de uma estrela solitária a acompanhar seu time por mais um ano. O Botafoguense que se acostumou a ganhar de tudo com Garrincha, Didi, Nilton Santos e companhia e formar junto com o Santos de Pelé a dupla de times mais temida do país, viu seus descendentes amargurarem derrotas e desilusões com times fracos, orçamentos limitados e um sistema que parecia fazer de tudo para que o Botafogo não voltasse a ser o que já foi - e ainda é,...
Parece que o blog virou só essa série, risos, mas é como falei na apresentação dela, eu gasto muito tempo pensando nesses trem. A competição da vez, como já diz o título, é a Copa Verde. Uma das competições mais largadas da CBF, só não é a mais largada porque existe (ou não)o brasileiro de aspirantes. A Copa Verde é uma competição criada para ajudar e desenvolver o futebol nas regiões/praças menos desenvolvidas, com menos representatividade nas três primeiras divisões ou algo assim. Participam times dos estados da região Norte, Centro-oeste e do Espírito Santo. A competição já teve vários formatos, atualmente participam os campeões d cada estado e algumas outras equipes via ranking da CBF , num mata mata direto. Ou seja, temos uma competição de tiro curto e poucos participantes. A sugestão para ela seria fazer um misto de série D com copa do Brasil, uma fase de grupos e depois mata mata,com algumas equipes participando da competição mais a frente,já no mata mata. Contaria com 4 equipes...