Matheus Cunha é mais um daqueles jogadores que pouco ouvimos, se é que ouvimos, falar quando aqui no Brasil e depois de pouco tempo na Europa já são destaque. Do alojamento do Couto para a Europa, para o mundo.
A passagem no Sion foi rápida, logo chamou atenção de clubes maiores, com maior protagonismo, acertando assim sua ida para o Leipzig. Na equipe do Redbull ele não teve o espaço que precisava, Timo Werner era a grande estrela do time, não dava para disputar. Talvez o passo de ir da Suiça para um forte da Alemanha tenha sido grande de mais, talvez.
E é aqui que vem a jogada, ao invés de esperar e ir ganhando espaço paulatinamente, Matheus escolhe trocar de time, ficar em um time na mesma liga, mas com menos protagonismo, um clube em que ele tivesse mais espaço para se desenvolver. Um movimento arriscado, mas que mostra a confiança que ele tinha em si. E deu tudo certo, no Herta ele não só teve o espaço, como foi a estrela do time, o grande destaque, tanto que foi o 9 das Olimpíadas.
Agora, mais pronto, está indo para um novo clube, um time que tem uma responsabilidade de ganhar maior, talvez o maior que ele já esteve até aqui, o Atlético de Madrid. E não é qualquer Atleti que ele está indo, é para um Atleti que tem seus maiores concorrentes em baixa, tanto o Barça quanto o Real. Uma transferência para ser o cara do time, junto com o Suárez. E aí, o que aprendemos com o Matheus Cunha?
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